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Curso Técnico em Design de Interiores

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Curso Técnico em Design de Interiores
Carga Horária
1385 horas
Certificação
MEC / SISTEC
Habilitação
CFT - Conselho Federal dos Técnicos
Matrícule-se Já
Reconhecido pelo MEC
Registro oficial SISTEC
Conselho de Classe
Habilitado para carteira profissional
Carga Horária
1385 horas
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Como é trabalhar como profissional de Design de Interiores

Trabalhar com Design de Interiores significa transformar ambientes em espaços mais funcionais, confortáveis, seguros e coerentes com as necessidades de quem os utiliza. O profissional não atua apenas escolhendo cores, móveis ou objetos decorativos. Ele analisa o espaço, interpreta medidas, organiza a circulação, define materiais, considera a iluminação e desenvolve soluções que precisam equilibrar estética, uso e viabilidade.

Na prática, uma demanda pode começar com um ambiente que não atende bem à rotina das pessoas. A partir daí, o técnico precisa compreender o problema, avaliar possibilidades e traduzir suas decisões em desenhos, plantas, modelos tridimensionais, especificações e orientações. É nesse ponto que criatividade e conhecimento técnico passam a trabalhar juntos.

O que faz um Técnico em Design de Interiores

O Técnico em Design de Interiores pode participar do desenvolvimento de projetos residenciais, comerciais e especiais. Suas atividades envolvem interpretação de desenho técnico, elaboração de plantas, representação bidimensional, perspectivas, modelagem digital, definição de revestimentos, composição de mobiliário, iluminação e organização de ambientes.

Softwares como AutoCAD 2D, SketchUp, Revit e Lumion fazem parte da formação porque ajudam a representar o projeto com precisão. O AutoCAD pode ser usado na criação de plantas e desenhos técnicos; o SketchUp e o Revit apoiam a modelagem e a organização do projeto; o Lumion contribui para visualizações tridimensionais mais próximas da experiência final. Dominar essas ferramentas não substitui o raciocínio projetual, mas permite comunicar melhor as decisões.

A rotina também envolve conhecimentos de teoria da cor, estética, história da arte e do design, ergonomia, conforto ambiental, luminotécnica, materiais, revestimentos, ecodesign e paisagismo. Uma escolha aparentemente simples, como a posição de uma bancada ou a temperatura de uma iluminação, pode alterar a circulação, o conforto visual e a funcionalidade do ambiente.

O profissional pode atuar em empresas de arquitetura e design, lojas de móveis planejados e decoração, escritórios de consultoria, empresas relacionadas a paisagismo ou de forma autônoma. Em qualquer desses contextos, precisa ouvir demandas, organizar informações, apresentar propostas e acompanhar decisões relacionadas ao projeto.

O que considerar antes de escolher essa formação

O curso técnico combina conteúdos criativos, representação gráfica e aplicação prática. A grade inclui desenho geométrico, desenho artístico, perspectiva, interpretação de desenho técnico, AutoCAD, SketchUp, Revit, Lumion, luminotécnica, conforto ambiental, composição paisagística, ergonomia, modelagem 3D e projetos residenciais, comerciais e especiais. Também contempla atividades práticas, avaliações e Trabalho de Conclusão de Curso.

A formação possui carga horária total de 1.385 horas e é apresentada como uma habilitação técnica de nível médio, com diploma reconhecido pelo MEC e validade nacional. O estudo é realizado a distância, mas isso não significa que tudo possa ser feito apenas pelo celular. As atividades com softwares e laboratórios virtuais exigem computador ou notebook compatível com os programas utilizados.

É importante entender também os limites de atuação. O técnico pode desenvolver projetos de interiores relacionados a layout, revestimentos, iluminação e mobiliário, mas intervenções estruturais, alterações de fachadas e obras que dependam de aprovação municipal ficam fora desse escopo, exigindo a participação e a co-assinatura de arquiteto ou engenheiro quando aplicável. O registro profissional é associado ao sistema CFT/CRT, conforme as exigências pertinentes.

Essa carreira pode combinar com quem gosta de observar espaços, resolver problemas, desenhar, aprender ferramentas digitais e justificar escolhas. Também exige organização, atenção a medidas, disposição para revisar ideias e capacidade de lidar com restrições de orçamento, materiais, prazos e necessidades de uso. Ter criatividade ajuda, mas não basta: o projeto precisa funcionar.

Antes de escolher o curso, vale avaliar se você se identifica com uma formação que une arte, tecnologia, planejamento e contato com diferentes tipos de ambiente. O principal resultado não é apenas imaginar espaços bonitos, mas aprender a desenvolver soluções coerentes, representá-las com clareza e compreender as responsabilidades envolvidas na atuação profissional.

Conselho & Órgão Regulador CFT - Conselho Federal dos Técnicos

Registro Profissional Garantido

O curso informa registro profissional no CFT. O site também menciona o sistema CFT/CRT.

Carteira Profissional
Válida em todo o Brasil

Ocupações Profissionais Habilitadas (CBO)

Com este curso técnico, você estará formalmente apto a atuar nas seguintes ocupações reconhecidas pelo mercado de trabalho e pelo Ministério do Trabalho e Emprego:

  • Auxiliar de Designers de Interiores – CBO 2629-05
  • Auxiliar de Designer de Interiores – CBO 3751-05
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  • Auxiliar de Designers de Interiores — Curso de Formação Profissional e saída intermediária.
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  • Reconhecimento de competências e aproveitamento de estudos — Análise dos cursos isolados, das qualificações profissionais e das atividades formais e informais para aproveitamento como componentes curriculares do curso técnico matriculado.
  • Aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores — Os cursos isolados e as qualificações profissionais são vinculados aos componentes curriculares do curso técnico e podem ser utilizados como base para análise de aproveitamento.

O Que Você Vai Aprender (Grade Curricular)

Conteúdo programático atualizado, prático e 100% alinhado com o que as empresas exigem no dia a dia:

  • História da Arte e do Design
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  • Interpretação de Desenho Técnico
  • Introdução ao Autocad 2D
  • Representações Bidimensionais
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  • Sketchup: Fundamentos
  • Revit: Fundamentos
  • Lumion 3.2 Fundamentos
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  • Conforto Ambiental
  • Perspectiva de interiores
  • Teoria e Prática da Cor
  • Luminotécnica Aplicada
  • Autocad 2017: Planta baixa
  • SketchUp 8 - Projeto de Interiores
  • Tendências em Materiais e Revestimentos de Interiores
  • AutoCAD 2012 2D Técnicas para Projetos de Interiores
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  • Computação Gráfica
  • Modelagem Digital
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  • Projeto de Interiores Residenciais
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Legalização e Validade Nacional MEC

Atos normativos oficiais do MEC, publicação no Diário Oficial e registro no SISTEC que garantem a segurança jurídica do seu diploma:

SISTEC / MEC Válido em Todo o Brasil

Diploma Técnico com Validade Nacional

Cursos autorizados e reconhecidos pelos órgãos oficiais de educação, com publicação no Diário Oficial e registro no SISTEC/MEC, habilitando o formando para obtenção do registro profissional no conselho ou órgão de classe competente.

Segurança Jurídica
Ato Oficial Publicado
  • Portaria-SEI 7086 Portaria apresentada pelo site na seção de legalização do curso, associado ao reconhecimento pelo MEC.
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Quando um ambiente deixa de ser apenas um espaço

Um ambiente pode ter paredes, portas, janelas e móveis, mas isso não significa que esteja bem resolvido. Uma sala pode parecer ampla e ainda dificultar a circulação. Uma loja pode ter bons produtos e, mesmo assim, não orientar o visitante. Um quarto pode ser visualmente agradável, mas desconfortável para estudar, descansar ou organizar objetos.

É justamente nesse tipo de situação que o Design de Interiores ganha sentido profissional. O Técnico em Design de Interiores trabalha para transformar necessidades concretas em soluções espaciais. Seu papel envolve compreender o uso do ambiente, analisar medidas, organizar fluxos, selecionar materiais, estudar a iluminação e representar o resultado antes que ele seja executado.

Essa atuação combina criatividade, técnica e planejamento. A estética é importante, mas não funciona sozinha. Um projeto precisa ser visualmente coerente, adequado ao uso, compatível com as características do espaço e compreensível para quem vai executá-lo ou contratá-lo.

O que faz um Técnico em Design de Interiores?

O Técnico em Design de Interiores desenvolve e apoia projetos de ambientes residenciais, comerciais e especiais. Ele pode trabalhar com layout, mobiliário, revestimentos, iluminação, composição de cores, representação gráfica, modelagem digital e organização de elementos internos e paisagísticos.

Na rotina, a primeira etapa costuma ser entender a demanda. Isso pode envolver identificar como o espaço é utilizado, quais problemas precisam ser resolvidos, que mudanças são desejadas e quais limitações devem ser consideradas. Depois, o profissional transforma essas informações em decisões de projeto.

Entre as atividades relacionadas à formação, estão:

  • interpretar desenhos técnicos e plantas;
  • elaborar representações bidimensionais;
  • desenvolver perspectivas e desenhos de interiores;
  • criar modelos digitais e imagens tridimensionais;
  • estudar a distribuição de móveis e equipamentos;
  • selecionar materiais e revestimentos;
  • aplicar conceitos de teoria da cor e estética;
  • planejar soluções de iluminação;
  • considerar ergonomia e conforto ambiental;
  • desenvolver projetos residenciais, comerciais e especiais;
  • trabalhar com composição paisagística e jardins;
  • apresentar visualmente as ideias do projeto.

O profissional não entrega apenas uma inspiração visual. Ele precisa explicar como o ambiente pode ser organizado, quais elementos serão utilizados e de que maneira as escolhas contribuem para o resultado. Por isso, a capacidade de representar e comunicar o projeto é tão importante quanto a criatividade.

Como é a rotina profissional na prática

A rotina pode variar conforme o local de trabalho e o tipo de projeto. Em um escritório de arquitetura ou design, o técnico pode participar da elaboração de plantas, modelos 3D, apresentações e especificações. Em uma loja de móveis planejados, pode auxiliar na composição do mobiliário, na interpretação das necessidades do cliente e na visualização da solução proposta.

Em uma consultoria, o trabalho pode estar concentrado na análise do ambiente, na definição de prioridades e na recomendação de mudanças. Já na atuação autônoma, além de desenvolver os projetos, o profissional precisa organizar atendimento, apresentação de propostas, comunicação com fornecedores e acompanhamento das etapas contratadas.

Um cenário comum de trabalho envolve um ambiente que precisa ser reorganizado. Antes de escolher uma cor ou um móvel, o técnico deve observar circulação, proporções, pontos de iluminação, possibilidades de armazenamento e relação entre os elementos. Uma solução visualmente interessante pode ser inadequada se bloquear uma passagem, reduzir o conforto ou dificultar o uso diário.

É por isso que o projeto exige decisões sucessivas. O profissional compara alternativas, revisa medidas, ajusta modelos e verifica se a proposta continua coerente quando aplicada ao espaço real. O resultado depende tanto da visão estética quanto da atenção aos detalhes.

Conhecimentos essenciais para atuar na área

Desenho e representação técnica

O desenho técnico permite comunicar medidas, posições e relações espaciais de forma organizada. Plantas, perspectivas e representações bidimensionais ajudam diferentes pessoas a compreender o projeto. Para o técnico, aprender a desenhar não significa apenas produzir imagens, mas registrar decisões que precisam ser interpretadas corretamente.

O desenho artístico e a perspectiva também contribuem para a apresentação das ideias. Eles ajudam a explorar proporções, profundidade e percepção visual, especialmente nas fases em que o conceito ainda está sendo desenvolvido.

Modelagem digital e softwares

O curso inclui ferramentas como AutoCAD 2D, SketchUp, Revit e Lumion. Cada programa pode cumprir uma função diferente dentro do processo de projeto.

  • AutoCAD 2D: utilizado na criação e organização de desenhos técnicos e plantas.
  • SketchUp: aplicado à modelagem tridimensional e à visualização de volumes e elementos do ambiente.
  • Revit: relacionado à modelagem e à organização de informações do projeto em ambiente digital.
  • Lumion: utilizado para produzir visualizações e apresentações tridimensionais mais próximas da experiência final.

Aprender esses softwares exige prática. O estudante precisa compreender comandos, organização do arquivo, proporções, materiais e formas de apresentação. Um modelo bonito, mas com medidas inconsistentes, não cumpre plenamente sua função profissional.

Iluminação e conforto ambiental

A luminotécnica estuda a aplicação da luz nos ambientes. A iluminação pode destacar elementos, facilitar tarefas, criar atmosferas e influenciar a percepção de cores e volumes. Já o conforto ambiental envolve aspectos que contribuem para uma experiência mais adequada no espaço.

Na prática, isso significa considerar que cada ambiente possui necessidades diferentes. Uma área de trabalho pode exigir luz mais adequada à concentração, enquanto um espaço de convivência pode buscar outra atmosfera. A posição das fontes luminosas, a intensidade e a relação com os materiais fazem parte das decisões.

Ergonomia e funcionalidade

A ergonomia relaciona o ambiente às pessoas que o utilizam. Medidas, alturas, alcance, circulação e facilidade de uso precisam ser analisados. Um móvel pode ter boa aparência, mas ser desconfortável ou pouco acessível se não estiver adequado à rotina.

Esse conhecimento ajuda o técnico a projetar ambientes que não sejam apenas visualmente atraentes. A funcionalidade aparece quando as pessoas conseguem circular, trabalhar, descansar, armazenar objetos e realizar atividades sem obstáculos desnecessários.

Materiais, revestimentos e sustentabilidade

A escolha de materiais e revestimentos envolve aparência, textura, resistência, manutenção e compatibilidade com o uso. O profissional precisa avaliar como essas características participam do conjunto do projeto.

O ecodesign acrescenta a preocupação com soluções mais responsáveis. Isso pode incluir a análise do uso de recursos, durabilidade, reaproveitamento e relação entre escolhas estéticas e impactos ambientais. A sustentabilidade não deve ser tratada como um elemento decorativo separado, mas como parte do processo de decisão.

Onde o profissional pode trabalhar

A formação permite considerar diferentes ambientes de atuação, sempre respeitando as atribuições correspondentes à habilitação profissional. Entre as possibilidades apresentadas estão:

Empresas de arquitetura e design

Nesse contexto, o técnico pode apoiar o desenvolvimento de projetos, produzir desenhos, elaborar modelos digitais e colaborar na organização das informações necessárias para a apresentação e execução das propostas.

Lojas de móveis planejados e decoração

O trabalho pode envolver composição de ambientes, organização de mobiliário, criação de soluções personalizadas e apresentação visual para clientes. A compreensão de medidas e circulação é especialmente importante para evitar incompatibilidades.

Escritórios de consultoria

A consultoria pode atender pessoas ou empresas que desejam renovar um espaço, melhorar sua funcionalidade ou definir uma direção estética. O técnico precisa transformar preferências e necessidades em recomendações claras.

Atuação autônoma

O profissional autônomo pode oferecer serviços personalizados para diferentes perfis de cliente. Além da capacidade técnica, essa modalidade exige organização de processos, clareza na comunicação e responsabilidade para delimitar o que está incluído em cada trabalho.

Paisagismo e composição de jardins

A formação também aborda composição paisagística e jardins. Essa atuação precisa considerar a relação entre vegetação, circulação, composição visual e características do espaço. Quando a intervenção envolve alterações estruturais ou movimentação significativa de terra, podem ser necessários profissionais legalmente habilitados para essas responsabilidades específicas.

Limites de atuação e responsabilidade profissional

Uma das dúvidas mais importantes é entender a diferença entre projetar interiores e realizar intervenções que envolvam estrutura, fachada ou aprovação perante órgãos públicos. O técnico pode atuar em projetos de interiores relacionados a layout, revestimentos, iluminação e mobiliário, conforme suas atribuições.

Intervenções estruturais, mudanças em fachadas e obras que exigem aprovação municipal ultrapassam esse escopo. Nessas situações, a participação e a co-assinatura de arquiteto ou engenheiro podem ser necessárias. Essa distinção não reduz a importância do técnico; ela define responsabilidades e ajuda a organizar o trabalho entre profissionais de diferentes formações.

A formação também informa a possibilidade de registro no sistema CFT/CRT, observadas as exigências aplicáveis ao profissional. Antes de iniciar uma atividade específica, é importante verificar as regras vigentes e a compatibilidade entre a demanda, a habilitação e as atribuições profissionais.

Como é o curso técnico

A formação possui carga horária total de 1.385 horas e combina aulas, atividades, avaliações, prática supervisionada e Trabalho de Conclusão de Curso. O conteúdo está organizado para desenvolver fundamentos gerais, conhecimentos de representação, ferramentas digitais e aplicação em projetos de interiores.

Entre os assuntos estudados estão:

  • História da Arte e do Design;
  • Estética;
  • Artesanato e Cultura Brasileira;
  • Desenho Geométrico;
  • Desenho de Perspectiva;
  • Desenho Artístico;
  • Interpretação de Desenho Técnico;
  • AutoCAD 2D;
  • SketchUp;
  • Revit;
  • Lumion;
  • Teoria e Prática da Cor;
  • Luminotécnica essencial e aplicada;
  • Conforto Ambiental;
  • Ergonomia Aplicada;
  • Tendências em Materiais e Revestimentos;
  • Computação Gráfica;
  • Modelagem Digital e Modelagem 3D;
  • Ecodesign;
  • Projeto de Interiores Residenciais;
  • Projeto de Interiores Comerciais;
  • Projeto de Interiores Especiais;
  • Composição Paisagística e de Jardins.

A estrutura também prevê saídas intermediárias relacionadas a qualificações profissionais de auxiliar de designers de interiores, conforme a trilha de aprendizagem apresentada na formação. Esses certificados podem registrar etapas de desenvolvimento, mas não devem ser confundidos com a conclusão da habilitação técnica completa.

O que o estudante precisa preparar

Por ser uma formação a distância com uso de softwares, o estudante precisa ter acesso regular a um computador ou notebook. Alguns componentes podem ser acompanhados por dispositivos móveis, mas atividades de modelagem, representação e uso de laboratórios virtuais exigem uma máquina compatível.

Também é necessário reservar tempo para exercícios e prática. Aprender a utilizar um software, interpretar uma planta ou desenvolver uma composição não acontece apenas com a leitura do material. A evolução depende de testar, corrigir, comparar resultados e revisar decisões.

A flexibilidade de estudar no próprio ritmo pode ajudar quem precisa conciliar formação com trabalho ou outras responsabilidades. Ao mesmo tempo, exige autonomia e organização. Sem uma rotina mínima, o estudante pode acumular atividades e ter dificuldade para acompanhar a sequência de conteúdos.

Para quem essa carreira pode fazer sentido

O Design de Interiores pode combinar com pessoas que gostam de observar ambientes, solucionar problemas, desenhar, trabalhar com tecnologia e transformar necessidades em propostas concretas. Também pode interessar a quem aprecia materiais, cores, iluminação, mobiliário e organização espacial.

Mas existe um detalhe importante: gostar de decoração não é o mesmo que estar preparado para atuar profissionalmente. A profissão envolve medidas, desenho técnico, softwares, ergonomia, conforto, comunicação, revisão e responsabilidade. O gosto pessoal precisa ser complementado por critérios técnicos.

A carreira também exige disposição para lidar com limitações. Nem sempre a solução mais desejada é compatível com o espaço, o orçamento, os materiais disponíveis ou as condições de execução. O profissional precisa apresentar alternativas e justificar suas escolhas.

Como avaliar se o curso é adequado para você

Antes de decidir, observe se você se identifica com uma formação que reúne arte, tecnologia e planejamento. Pergunte a si mesmo:

  • Tenho interesse em compreender como os ambientes funcionam?
  • Estou disposto a aprender desenho técnico e modelagem digital?
  • Consigo revisar uma ideia quando as medidas ou condições mudam?
  • Gosto de pesquisar materiais, iluminação e soluções espaciais?
  • Tenho organização para estudar a distância?
  • Entendo que criatividade precisa estar acompanhada de precisão?
  • Quero atuar em escritórios, lojas, consultorias, projetos autônomos ou áreas relacionadas a paisagismo?

Se essas perguntas fizerem sentido, o curso pode oferecer uma base coerente para começar a construir competências na área. A formação não elimina a necessidade de prática contínua, mas organiza conhecimentos essenciais para que o estudante compreenda o processo de projeto e desenvolva um portfólio de trabalhos.

A decisão profissional começa pela compreensão da rotina

Escolher Design de Interiores é escolher uma atividade em que decisões visuais precisam resolver problemas reais. O profissional observa, mede, interpreta, planeja, modela, apresenta e ajusta. Seu trabalho aparece na forma final do ambiente, mas começa muito antes, na análise cuidadosa das necessidades e das possibilidades.

O curso técnico oferece contato com desenho, ferramentas digitais, iluminação, ergonomia, materiais, sustentabilidade, paisagismo e projetos de diferentes tipos. Também ajuda o estudante a compreender limites de atuação e a importância de trabalhar dentro das responsabilidades correspondentes à sua formação.

Mais do que imaginar espaços bonitos, a profissão exige aprender a criar ambientes que façam sentido para as pessoas e para as atividades realizadas neles. Essa combinação de sensibilidade estética, raciocínio técnico e capacidade de organização é o que define o trabalho de quem escolhe seguir pelo Design de Interiores.

FAQ - Perguntas Frequentes

Tudo o que você precisa saber sobre o Curso Técnico em Design de Interiores EaD

Esse profissional desenvolve e apoia projetos de ambientes residenciais, comerciais e especiais, trabalhando com layout, mobiliário, revestimentos, iluminação, representação gráfica, modelagem digital, ergonomia e conforto ambiental.

A decoração está mais ligada à composição visual e à escolha de elementos estéticos. O Design de Interiores envolve também planejamento espacial, medidas, circulação, desenho técnico, iluminação, ergonomia, materiais e representação de projetos.

Ele pode atuar em empresas de arquitetura e design, lojas de móveis planejados e decoração, escritórios de consultoria, áreas relacionadas a paisagismo e composição de jardins ou como profissional autônomo.

A formação inclui AutoCAD 2D, SketchUp, Revit e Lumion. Essas ferramentas são utilizadas para desenhos técnicos, plantas, modelagem digital e visualização tridimensional de projetos.

Sim. Embora alguns conteúdos possam ser acessados por celular, atividades com softwares de desenho, modelagem e laboratórios virtuais exigem computador ou notebook compatível.

Sim. A grade inclui luminotécnica essencial e aplicada, além de conteúdos relacionados a conforto ambiental e iluminação. Esses conhecimentos ajudam a planejar a luz de acordo com o uso e a atmosfera desejada para cada ambiente.

A ergonomia aplicada considera a relação entre as pessoas e os ambientes, incluindo circulação, medidas, alcance, conforto e facilidade de uso de móveis e espaços.

Sim. A formação contempla projetos de interiores residenciais, incluindo organização do espaço, layout, mobiliário, revestimentos, iluminação e representação das soluções.

Sim. O curso inclui projetos de interiores comerciais, e o profissional pode trabalhar em propostas voltadas à organização, funcionalidade e apresentação de ambientes comerciais.

Intervenções estruturais, mudanças de fachadas e obras que exigem aprovação municipal ficam fora do escopo indicado para o técnico. Nesses casos, pode ser necessária a participação e a co-assinatura de arquiteto ou engenheiro.

Sim. O conteúdo aborda composição paisagística e composição de jardins, permitindo compreender princípios relacionados à organização visual e funcional de áreas externas e internas.

A formação possui carga horária total de 1.385 horas, incluindo aulas, atividades e prática supervisionada.

A formação é apresentada como curso técnico de nível médio com diploma reconhecido pelo MEC e validade em todo o Brasil.

Sim. A grade curricular inclui Trabalho de Conclusão de Curso como uma das etapas da formação.

A área pode combinar com pessoas interessadas em ambientes, desenho, tecnologia, materiais, cores, iluminação e resolução de problemas. Também é importante ter organização, atenção às medidas, disposição para aprender softwares e capacidade de revisar propostas.

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Depoimentos Cursos CPET

“Foi uma experiência maravilhosa fazer esse curso em EaD, à principio fiquei com receio de fazer pois é muito diferente de curso presencial, requer muita organização e atenção. No começo fiquei muito em dúvida se conseguiria fazer esse curso, mas com o passar do tempo fui pegando o jeito. Contei muito com a ajuda dos tutores de cada matéria e do suporte. Precisava muito fazer esse curso para poder me cadastrar no MTur e ser uma Guia de Turismo regularizada.”

Joana Darc

Curso Técnico em Guia de Turismo Nacional e América do Sul

“É um diferencial a Educação a Distância, bom conteúdo, bons profissionais de educação, plataforma AVA de fácil entendimento. Estudar com eles está abrindo meus horizontes na empresa e no mercado de trabalho. Recomendo a todos!”

Talles Mikson de Carvalho Dutra

Curso Técnico em Segurança do Trabalho

“Empresa muito séria e profissional, certamente traz uma capacidade técnica incrível. Fiz Eletrotécnica, já tinha feito Eletromecânica em uma escola de respeito aqui na região e posso dizer: Este curso me capacitou muito mais do que o presencial. Eu elevei muito meu nível de trabalho, alcançando mais respeito com meus colegas de trabalho e superiores.”

Yuri C.M.Oliveira

Curso Técnico em Eletrotécnica Pleno

“Acabei o curso de Corretor de Imóveis foi muito bom, estava receoso quanto à fazer o EAD, mas realmente funciona e ajudou muito em minha preparação profissional, sem contar no ótimo atendimento e suporte sempre dado pela equipe, tirando todas as dúvidas e auxiliando em todo o processo. Só tenho a agradecer.”

Fernando Gama Rahal

Curso Técnico em Transações Imobiliárias

“Fiz o curso de Guia de turismo regional com a empresa e gostei muito. Gostaria de agradecer toda atenção e profissionalismo da equipe.”

Maria Virginia

Curso Técnico em Guia de Turismo Regional

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