Curso Técnico em Informática para Internet EAD - Cursos CPET
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Curso Técnico em Informática para Internet

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Curso Técnico em Informática para Internet
Carga Horária
1385 horas
Certificação
MEC / SISTEC
Habilitação
CFT - Conselho Federal dos Técnicos
Matrícule-se Já
Reconhecido pelo MEC
Registro oficial SISTEC
Conselho de Classe
Habilitado para carteira profissional
Carga Horária
1385 horas
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Como é trabalhar com Informática para Internet

O Técnico em Informática para Internet atua na criação, manutenção e melhoria de sites, sistemas, lojas virtuais e aplicações web. É um profissional que transforma necessidades de empresas e usuários em soluções digitais funcionais, acessíveis e fáceis de utilizar. Na prática, isso pode significar desenvolver uma página, organizar um banco de dados, corrigir um erro em um sistema, estruturar uma interface ou adaptar uma aplicação para diferentes dispositivos.

A profissão combina programação, lógica, comunicação visual, segurança da informação e compreensão da experiência do usuário. Por isso, o trabalho não se resume a escrever código. Antes de desenvolver uma solução, é necessário compreender o problema que ela deve resolver, os recursos disponíveis, o público que irá utilizá-la e os riscos envolvidos. Um site pode funcionar tecnicamente e, ainda assim, apresentar dificuldades de navegação, baixa acessibilidade ou desempenho inadequado. É justamente nesse ponto que o conhecimento técnico faz diferença.

O que esse profissional faz na prática

A rotina pode envolver o desenvolvimento de páginas com HTML5 e CSS3, criação de sistemas com linguagens de programação, integração com bancos de dados e manutenção de aplicações já existentes. Também pode incluir testes, identificação de falhas, atualização de conteúdos, organização de informações e apoio a usuários ou equipes de tecnologia.

Entre os conhecimentos trabalhados na formação estão:

  • fundamentos computacionais e sistemas operacionais;
  • lógica, algoritmos e técnicas de programação;
  • redes de computadores e comunicação de dados;
  • segurança da informação;
  • modelagem de dados, SQL e administração de bancos de dados;
  • HTML5, CSS3, PHP, MySQL e Java;
  • desenvolvimento para a web e dispositivos móveis;
  • usabilidade, ergonomia e acessibilidade;
  • ferramentas de desenvolvimento e elaboração de projetos práticos.

Esse conjunto permite compreender tanto a estrutura visível de uma aplicação quanto os componentes que funcionam nos bastidores. Ao criar uma loja virtual, por exemplo, o profissional precisa pensar na interface, no cadastro de produtos, no armazenamento das informações, na navegação, na compatibilidade com dispositivos e na proteção dos dados.

O trabalho também exige capacidade de resolver problemas. Um erro pode estar no código, no banco de dados, na configuração do servidor ou na forma como o usuário interage com a tela. A investigação precisa ser organizada: reproduzir o problema, analisar suas causas, testar alternativas e verificar se a correção realmente funcionou.

O que considerar antes de escolher essa formação

O curso técnico prepara o aluno para uma área dinâmica e exige prática constante. A formação apresentada possui 1.385 horas, inclui aulas, atividades, avaliações, projetos práticos e trabalho de conclusão, além de abordar ferramentas como Workbench, Visual Studio, Portugol, Vue.js e Dev-C++. Como parte das atividades utiliza softwares e laboratórios virtuais, é importante ter acesso regular a um computador ou notebook.

A proposta atende tanto iniciantes quanto pessoas que já possuem conhecimentos básicos. Não é necessário saber programar antes de começar, mas é preciso disposição para estudar lógica, testar soluções, lidar com erros e continuar aprendendo. Tecnologia muda rapidamente; por isso, curiosidade e capacidade de atualização são tão importantes quanto o domínio inicial das ferramentas.

A formação técnica de nível médio é apresentada como reconhecida pelo MEC e pode ser concluída em formato EAD, com estudo flexível e possibilidade de avanço conforme as etapas e os requisitos do curso. O conteúdo também prevê certificações intermediárias relacionadas a componentes curriculares e qualificações profissionais.

Depois da formação, o profissional pode buscar oportunidades em empresas de tecnologia, agências digitais, startups, instituições financeiras, departamentos de TI, operações de comércio eletrônico e empresas que mantêm presença digital. Também pode prestar serviços como freelancer, desenvolvendo sites, sistemas e lojas virtuais para diferentes clientes.

Essa carreira combina com quem gosta de tecnologia, mas também deseja entender problemas reais e criar soluções úteis. Não é necessário imaginar que todo trabalho será inovador ou simples: haverá tarefas repetitivas, correções, testes, prazos e necessidade de comunicação com pessoas que não dominam termos técnicos. Em compensação, cada projeto permite visualizar como uma ideia se transforma em uma ferramenta usada por outras pessoas.

Antes de escolher, vale avaliar se você se identifica com programação, raciocínio lógico, aprendizagem contínua e atenção aos detalhes. O curso pode ser uma porta de entrada para o desenvolvimento web, mas a evolução profissional dependerá da prática, da construção de projetos e da capacidade de acompanhar novas tecnologias. Mais do que aprender comandos, o objetivo é desenvolver uma forma estruturada de pensar e solucionar problemas digitais.

Conselho & Órgão Regulador CFT - Conselho Federal dos Técnicos

Registro Profissional Garantido

O site informa Registro Profissional: CFT – Conselho Federal dos Técnicos. Na seção de legislação profissional, informa que a profissão não é regulamentada por lei específica e que o profissional pode exercer a função sem necessidade de registro em conselho de classe.

Carteira Profissional
Válida em todo o Brasil

Ocupações Profissionais Habilitadas (CBO)

Com este curso técnico, você estará formalmente apto a atuar nas seguintes ocupações reconhecidas pelo mercado de trabalho e pelo Ministério do Trabalho e Emprego:

  • Auxiliar de Instrutória de Informática – CBO 2332-25
  • Auxiliar Técnico de Apoio ao Usuário de Informática – CBO 3172-10
  • Auxiliar de Operações de Sistemas de Informática – CBO 3722-05
  • Auxiliar de Design de Websites – CBO 2624-10
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Trabalhe Antes Mesmo de Se Formar

No CPET você conquista certificações intermediárias de qualificação profissional a cada módulo concluído, podendo atualizar seu currículo e ingressar no mercado de trabalho de imediato:

  • 33 Certificados referentes a cada Curso Isolado Livre — Cada curso referencia um componente curricular.
  • Certificados de conclusão dos cursos isolados — Para cada curso isolado é disponibilizado um Certificado de Conclusão, comprovando a execução da trilha de aprendizado do curso isolado ou de qualificação executado.
  • Auxiliar de Instrutória de Informática — Curso de Formação Profissional - CBO 2332-25.
  • Auxiliar Técnico de Apoio ao usuário de Informática — Curso de Formação Profissional - CBO 3172-10.
  • Auxiliar de Operações de Sistemas de Informática — Curso de Formação Profissional - CBO 3722-05.
  • Auxiliar de Design de Websites — Qualificação Profissional Técnica de Nível Médio, apresentada como saída intermediária - CBO 2624-10.
  • Reconhecimento de competências e aproveitamento de estudos — Serviço vinculado à análise dos cursos isolados, das qualificações profissionais e das atividades formais e informais para aproveitamento como componentes curriculares do Curso Técnico matriculado.
  • Aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores — Os cursos isolados e cursos de qualificação profissional possuem vínculo direto com componentes curriculares do Curso Técnico e podem possibilitar o aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores, inclusive para reconhecimento de saberes e competências.

O Que Você Vai Aprender (Grade Curricular)

Conteúdo programático atualizado, prático e 100% alinhado com o que as empresas exigem no dia a dia:

  • Fundamentos Computacionais
  • Tecnologias de Comunicação e de Informação
  • Fundamentos de Segurança da Informação
  • Sistemas Operacionais
  • Introdução ao Hardware - Montagem e Manutenção de Computadores
  • Introdução à lógica de programação
  • Introdução a Redes de Computadores
  • Introdução ao Banco de Dados
  • Projeto Pratico I em Informática
  • Algoritmos e programação
  • Fundamentos de Redes de Computadores
  • Cabeamento Estruturado
  • Comunicação de Dados
  • Introdução a Técnicas em Programação
  • Introdução ao HTML5
  • HTML5 e CSS Fundamentos
  • Projeto Pratico II em Informática
  • Modelagem de Dados e Instruções SQL
  • Ferramentas de Desenvolvimento Web
  • Administração de Banco de Dados
  • Introdução a Big Data e Internet das Coisas (IoT)
  • Programação e Banco de Dados
  • Lógica de Programação
  • CSS3 Fundamentos
  • PHP com MySQL
  • Desenvolvimento de Sistemas com PHP
  • Desenvolvimento para Dispositivos Móveis I
  • Projeto Pratico III em Informática
  • Desenvolvimento para Dispositivos Móveis II
  • Introdução à programação em linguagem JAVA
  • Programação em JAVA
  • Programação Java para Web
  • Projeto Pratico IV em Informática
  • Trabalho de Conclusão de Curso em Informatica para Internet
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Legalização e Validade Nacional MEC

Atos normativos oficiais do MEC, publicação no Diário Oficial e registro no SISTEC que garantem a segurança jurídica do seu diploma:

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Diploma Técnico com Validade Nacional

Cursos autorizados e reconhecidos pelos órgãos oficiais de educação, com publicação no Diário Oficial e registro no SISTEC/MEC, habilitando o formando para obtenção do registro profissional no conselho ou órgão de classe competente.

Segurança Jurídica
Ato Oficial Publicado
  • Portaria 1219 Portaria-SEI Nº 1219, de 22 de Abril de 2024, apresentada pelo site como reconhecimento pelo MEC.
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Como é entrar no universo da Informática para Internet

Quando uma pessoa acessa uma loja virtual, preenche um cadastro, consulta um serviço ou utiliza um aplicativo pelo navegador, existe uma estrutura técnica trabalhando para que aquela experiência aconteça. O Técnico em Informática para Internet participa da construção, da manutenção e da evolução dessas soluções digitais.

A profissão está relacionada ao desenvolvimento web e à criação de sistemas voltados para a internet. Isso envolve páginas institucionais, portais, lojas virtuais, plataformas de atendimento, aplicações corporativas e outros recursos digitais. O profissional pode atuar tanto na parte visível de um sistema quanto nos componentes responsáveis por processar, armazenar e organizar informações.

Essa é uma área interessante para quem deseja trabalhar com tecnologia, mas é importante abandonar uma visão simplificada de que o trabalho consiste apenas em programar. O código é uma ferramenta. O objetivo maior é resolver problemas, automatizar processos, melhorar o acesso à informação e oferecer experiências digitais mais claras, seguras e funcionais.

O que faz um Técnico em Informática para Internet?

O Técnico em Informática para Internet desenvolve, testa, mantém e aprimora sites, sistemas e aplicações web. Suas atividades podem envolver programação, criação de interfaces, organização de bancos de dados, análise de falhas, configuração de recursos e apoio técnico.

Na prática, uma demanda profissional pode começar com uma necessidade aparentemente simples: permitir que clientes encontrem produtos com mais facilidade, criar uma área de acesso restrito, melhorar um formulário ou disponibilizar um serviço pela internet. Para transformar essa necessidade em uma solução, o profissional precisa analisar os requisitos, escolher uma abordagem técnica, desenvolver os componentes, realizar testes e corrigir problemas.

Entre as atividades relacionadas à profissão estão:

  • desenvolver páginas e aplicações para a internet;
  • criar interfaces funcionais e adaptáveis a diferentes dispositivos;
  • aplicar HTML5 e CSS3 na estrutura e na apresentação das páginas;
  • utilizar linguagens e ferramentas de programação;
  • conectar aplicações a bancos de dados;
  • realizar consultas e manipulações com SQL;
  • fazer manutenção preventiva e corretiva em sistemas;
  • identificar erros de funcionamento e buscar suas causas;
  • considerar usabilidade, ergonomia e acessibilidade;
  • apoiar a criação de lojas virtuais e plataformas de comércio eletrônico;
  • participar de projetos de sistemas e aplicações web;
  • acompanhar mudanças tecnológicas e atualizar conhecimentos.

O profissional também pode trabalhar em conjunto com designers, analistas, gestores, equipes de suporte, especialistas em marketing e responsáveis pelo negócio. Por isso, saber explicar uma solução e compreender uma necessidade é tão importante quanto conhecer uma linguagem de programação.

Como é a rotina profissional

A rotina varia conforme o ambiente de trabalho, o tipo de projeto e o nível de responsabilidade. Em uma empresa de tecnologia, o técnico pode participar de uma equipe de desenvolvimento. Em uma agência digital, pode atender demandas de diferentes clientes. Em um departamento de TI, pode cuidar de aplicações internas, páginas institucionais ou ferramentas utilizadas por funcionários. Como freelancer, pode conduzir projetos com maior autonomia, desde o entendimento da necessidade até a entrega e a manutenção.

Um dia de trabalho pode incluir leitura de requisitos, organização de tarefas, desenvolvimento de funcionalidades, testes em diferentes telas, correção de erros e atualização de documentação. Em algumas situações, o profissional precisa investigar por que uma página deixou de funcionar depois de uma atualização. Em outras, deve adaptar uma interface para que ela possa ser utilizada em celulares, tablets e computadores.

É comum que a rotina alterne momentos de concentração individual com momentos de comunicação. O técnico pode passar parte do tempo analisando código e outra parte conversando com usuários, colegas ou clientes para entender o que precisa ser ajustado. A capacidade de traduzir termos técnicos para uma linguagem clara ajuda a evitar retrabalho.

Também existe uma dimensão de responsabilidade. Uma aplicação mal estruturada pode gerar informações incorretas, dificultar o atendimento, comprometer uma venda ou expor dados indevidamente. Por isso, desenvolvimento web exige atenção, testes e preocupação com segurança desde as primeiras etapas do projeto.

Conhecimentos utilizados na profissão

Fundamentos computacionais e sistemas

A formação começa por conceitos que ajudam o aluno a compreender como computadores, sistemas operacionais, arquivos, programas e dispositivos funcionam. Esses fundamentos são importantes porque facilitam a identificação de problemas e dão base para o aprendizado de ferramentas mais específicas.

Lógica e algoritmos

A lógica de programação ensina a organizar uma solução em etapas. Antes de escrever um programa, é necessário entender entradas, processamento, condições, repetições e resultados. Um algoritmo bem estruturado reduz ambiguidades e facilita a manutenção do sistema.

Esse conhecimento aparece quando o profissional precisa criar uma regra de cadastro, validar informações, calcular valores, controlar acessos ou definir o comportamento de uma aplicação diante de diferentes situações.

Desenvolvimento de interfaces

HTML5 organiza o conteúdo de uma página, enquanto CSS3 contribui para sua apresentação visual. Juntos, esses conhecimentos permitem estruturar textos, formulários, menus, imagens e outros elementos da interface.

Mas uma boa interface não depende apenas de aparência. Ela precisa orientar o usuário, facilitar a navegação e funcionar em diferentes tamanhos de tela. A usabilidade ajuda a reduzir dúvidas durante o uso, enquanto a acessibilidade considera pessoas com diferentes capacidades e formas de interação.

Bancos de dados

Muitas aplicações dependem de informações armazenadas de maneira organizada. Cadastros, pedidos, produtos, registros de atendimento e permissões de acesso são exemplos de dados que podem ser manipulados por um sistema.

A modelagem de dados ajuda a definir como essas informações serão relacionadas. O SQL permite consultar, inserir, atualizar e excluir registros. O profissional precisa compreender esse fluxo para construir aplicações capazes de buscar e apresentar dados de forma coerente.

Programação e aplicações web

A formação aborda linguagens e tecnologias como PHP, MySQL e Java, além de programação Java para web e desenvolvimento para dispositivos móveis. O objetivo é ampliar a capacidade de criar soluções que não dependam apenas de páginas estáticas.

Uma aplicação web pode receber dados do usuário, processar regras, consultar um banco de dados e devolver uma resposta personalizada. É essa interação que permite criar sistemas de login, carrinhos de compras, áreas administrativas e plataformas de serviços.

Redes e segurança da informação

Redes de computadores e comunicação de dados ajudam a compreender como dispositivos e sistemas trocam informações. Já os fundamentos de segurança da informação orientam cuidados relacionados à proteção, à integridade e ao acesso aos dados.

Segurança não deve ser tratada como uma etapa isolada apenas no final do projeto. Senhas, permissões, validações, atualizações e formas de armazenamento precisam ser consideradas durante o desenvolvimento e a manutenção.

Ferramentas e prática durante o curso

A formação inclui atividades práticas, exercícios de fixação, avaliações, projetos e trabalho de conclusão. Entre os softwares indicados estão Workbench, OpenOffice, LibreOffice, Draw Diagrama, Visual Studio, Portugol, Vue.js e Dev-C++.

Cada ferramenta pode apoiar uma etapa diferente do aprendizado. Algumas ajudam na modelagem e na organização de dados; outras são utilizadas para programação, construção de diagramas ou desenvolvimento de aplicações. O contato com diferentes recursos também ajuda o aluno a perceber que a tecnologia não depende de um único programa.

A prática é especialmente importante porque programação não se aprende apenas pela leitura. O aluno precisa escrever comandos, observar resultados, interpretar mensagens de erro e fazer ajustes. Um projeto prático permite conectar vários conhecimentos: planejamento, interface, lógica, banco de dados e testes.

Como parte das atividades pode exigir softwares e laboratórios virtuais, o uso de computador ou notebook é relevante. O celular pode atender a algumas tarefas, mas não substitui totalmente uma estrutura adequada para programar e executar ferramentas de desenvolvimento.

Para quem o curso pode fazer sentido

O curso é indicado para pessoas que desejam iniciar uma carreira em desenvolvimento web, buscar uma formação técnica em tecnologia, mudar de área ou prestar serviços como freelancer. Também pode interessar a quem já possui conhecimentos básicos e pretende organizar esse conhecimento em uma formação mais estruturada.

Não é necessário saber programação antes de começar. A evolução gradual permite que o aluno conheça primeiro os fundamentos e, depois, avance para conteúdos de maior complexidade. Ainda assim, iniciar do zero não significa que o caminho será automático. O estudante precisará praticar, revisar conteúdos e desenvolver autonomia para investigar problemas.

Algumas características podem favorecer a adaptação à área:

  • curiosidade para entender como sistemas funcionam;
  • paciência para testar e corrigir soluções;
  • organização para acompanhar projetos e tarefas;
  • atenção aos detalhes;
  • interesse por tecnologia e aprendizagem contínua;
  • disposição para lidar com problemas abstratos;
  • capacidade de comunicar dúvidas e explicar decisões.

A profissão não exige que a pessoa seja exclusivamente voltada para matemática ou permaneça o dia inteiro isolada. O raciocínio lógico é importante, mas comunicação, colaboração e compreensão do usuário também fazem parte do trabalho.

Onde o profissional pode atuar

O Técnico em Informática para Internet pode buscar oportunidades em diferentes contextos. Entre eles estão empresas de tecnologia, startups, software houses, agências de marketing digital, empresas de desenvolvimento web, instituições financeiras, departamentos de TI e negócios que dependem de comércio eletrônico.

Também existe a possibilidade de atuação autônoma. Nesse modelo, o profissional pode desenvolver sites, lojas virtuais, páginas de apresentação, sistemas simples ou serviços de manutenção para clientes de diferentes segmentos. A autonomia oferece flexibilidade, mas também exige organização para negociar escopo, prazos, entregas, suporte e alterações.

Os ambientes de trabalho podem mudar bastante. Uma agência costuma lidar com múltiplos projetos e prazos variados. Um departamento interno pode concentrar-se nos sistemas de uma única organização. Uma empresa de tecnologia pode trabalhar com produtos digitais mais complexos. Já a atuação independente pode combinar desenvolvimento, atendimento e gestão do próprio serviço.

A formação também pode servir como base para continuar estudando. O profissional pode aprofundar-se em desenvolvimento front-end, back-end, bancos de dados, aplicações móveis, segurança, experiência do usuário ou outras áreas relacionadas, conforme seus interesses e oportunidades.

Curso, profissão e certificação

É importante diferenciar o curso da atuação profissional. O curso oferece conhecimentos, atividades e uma trilha de formação. A profissão aparece quando esses conhecimentos são aplicados a problemas reais, dentro de uma empresa, equipe ou projeto independente.

A formação apresentada possui carga horária total de 1.385 horas, modalidade EAD, atividades práticas, avaliações, projetos e trabalho de conclusão. Também informa uma possibilidade de conclusão a partir de seis meses, considerando as etapas e os requisitos previstos. O diploma é apresentado como técnico de nível médio reconhecido pelo MEC e válido nacionalmente.

A estrutura inclui certificações associadas a componentes curriculares e qualificações intermediárias. Esses documentos podem registrar etapas do aprendizado, mas não substituem a necessidade de desenvolver competência prática. Um certificado comprova uma formação ou conclusão; a capacidade profissional é construída por meio de estudo, prática, projetos e resolução de problemas.

Quanto à atuação profissional, a própria área exige atenção às informações formais sobre certificação, habilitação e eventuais exigências de cada oportunidade. O aluno deve compreender o modelo educacional, os requisitos de conclusão e as condições aplicáveis antes de tomar uma decisão.

O que considerar antes de escolher

A área de Informática para Internet pode ser adequada para quem procura uma carreira ligada ao desenvolvimento de soluções digitais e aceita aprender continuamente. Porém, não deve ser escolhida apenas pela ideia de trabalhar com tecnologia ou pela expectativa de facilidade.

É necessário considerar que haverá erros difíceis de localizar, conteúdos que precisarão ser revisados, tecnologias que serão atualizadas e projetos que exigirão mudanças de escopo. O profissional precisa conviver com experimentação e aperfeiçoamento.

Antes de iniciar, reflita sobre algumas questões:

  • Tenho interesse em entender como sites e sistemas funcionam?
  • Consigo manter a disciplina em uma formação a distância?
  • Tenho acesso a um computador para realizar as atividades práticas?
  • Estou disposto a praticar programação, mesmo quando os primeiros resultados forem frustrantes?
  • Gosto de resolver problemas e investigar causas?
  • Consigo comunicar dificuldades e trabalhar com outras pessoas?
  • Tenho interesse em construir uma carreira que exige atualização constante?

Se as respostas apontarem para curiosidade, disciplina e disposição para praticar, a formação pode fazer sentido. O mais importante é entrar sabendo que o curso é o início de uma trajetória. A evolução acontecerá à medida que o aluno transformar conteúdos em projetos, compreender melhor os usuários e aprender a entregar soluções confiáveis.

FAQ - Perguntas Frequentes

Tudo o que você precisa saber sobre o Curso Técnico em Informática para Internet EaD

Esse profissional desenvolve, mantém e aprimora sites, sistemas, lojas virtuais e aplicações web. Também pode trabalhar com interfaces, bancos de dados, programação, testes, correção de falhas e suporte técnico.

Não. A formação é apresentada como adequada para iniciantes e aborda os conteúdos de maneira progressiva. Conhecimentos prévios podem facilitar o aprendizado, mas não são indicados como requisito.

Sim. A formação inclui HTML5, CSS3, ferramentas de desenvolvimento web, programação e projetos práticos voltados à criação de sites e aplicações para a internet.

A grade inclui HTML5, CSS3, PHP, MySQL, Java e Java para web, além de conteúdos de lógica, algoritmos, banco de dados, desenvolvimento móvel e ferramentas como Visual Studio, Portugol e Vue.js.

Sim. Os conteúdos incluem introdução a bancos de dados, modelagem de dados, instruções SQL, administração de banco de dados e programação integrada a bancos de dados.

Pode atuar na criação e manutenção de lojas virtuais, plataformas de comércio eletrônico e outras aplicações web relacionadas à presença digital de empresas.

As possibilidades incluem empresas de tecnologia, startups, software houses, agências digitais, instituições financeiras, departamentos de TI, negócios de comércio eletrônico e prestação de serviços como freelancer.

Sim. A formação desenvolve conhecimentos aplicáveis a projetos de sites, sistemas, lojas virtuais e soluções web. A atuação autônoma também exige organização para lidar com clientes, prazos, escopo e manutenção.

Sim. Ele é apresentado como uma opção para iniciantes, pessoas em busca de recolocação e profissionais que desejam ingressar ou avançar na área de desenvolvimento web.

Sim, principalmente porque algumas atividades exigem softwares e laboratórios virtuais. Embora determinadas tarefas possam ser feitas pelo celular, o computador ou notebook é necessário para acompanhar integralmente a parte prática.

Entre as habilidades estão lógica de programação, desenvolvimento web, criação de interfaces, manutenção de sistemas, uso de bancos de dados, resolução de problemas, usabilidade, acessibilidade e adaptação a novas tecnologias.

Sim. A proposta inclui a criação de interfaces com atenção à ergonomia, usabilidade e acessibilidade, aspectos importantes para tornar sites e aplicações mais claros e utilizáveis.

A carga horária total informada é de 1.385 horas, incluindo aulas, atividades e prática supervisionada.

A formação é apresentada como um curso técnico de nível médio reconhecido pelo MEC e com validade nacional, conforme as informações acadêmicas divulgadas para o curso.

A área pode combinar com quem tem interesse por tecnologia, gosta de resolver problemas, aceita praticar programação, presta atenção aos detalhes e está disposto a aprender continuamente. Também é importante ter disciplina para estudar e realizar atividades práticas.

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“Realizei o curso de Guia de Turismo Nacional e Regional, e pelo período que realizei, todas as dúvidas que tinha, não somente do conteúdo programático, mas em relação a outras eventualidades eram respondidas. Em menos de 1 ano consegui realizar todas as provas presenciais. Toda a plataforma do site é funcional e responsiva. Foi satisfatório para mim.”

Isabela G. M. de Santana

Curso Técnico em Guia de Turismo Regional

“Foi uma experiência maravilhosa fazer esse curso em EaD, à principio fiquei com receio de fazer pois é muito diferente de curso presencial, requer muita organização e atenção. No começo fiquei muito em dúvida se conseguiria fazer esse curso, mas com o passar do tempo fui pegando o jeito. Contei muito com a ajuda dos tutores de cada matéria e do suporte. Precisava muito fazer esse curso para poder me cadastrar no MTur e ser uma Guia de Turismo regularizada.”

Joana Darc

Curso Técnico em Guia de Turismo Nacional e América do Sul

“Acabei o curso de Corretor de Imóveis foi muito bom, estava receoso quanto à fazer o EAD, mas realmente funciona e ajudou muito em minha preparação profissional, sem contar no ótimo atendimento e suporte sempre dado pela equipe, tirando todas as dúvidas e auxiliando em todo o processo. Só tenho a agradecer.”

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“Empresa muito séria e profissional, certamente traz uma capacidade técnica incrível. Fiz Eletrotécnica, já tinha feito Eletromecânica em uma escola de respeito aqui na região e posso dizer: Este curso me capacitou muito mais do que o presencial. Eu elevei muito meu nível de trabalho, alcançando mais respeito com meus colegas de trabalho e superiores.”

Yuri C.M.Oliveira

Curso Técnico em Eletrotécnica Pleno

“Fiz o curso de Guia de turismo regional com a empresa e gostei muito. Gostaria de agradecer toda atenção e profissionalismo da equipe.”

Maria Virginia

Curso Técnico em Guia de Turismo Regional

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