Curso Técnico em Eletrotécnica Pleno EAD - Cursos CPET
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Curso Técnico em Eletrotécnica Pleno

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Curso Técnico em Eletrotécnica Pleno
Carga Horária
1705 horas
Certificação
MEC / SISTEC
Habilitação
CFT - Conselho Federal dos Técnicos Industriais
Matrícule-se Já
Reconhecido pelo MEC
Registro oficial SISTEC
Conselho de Classe
Habilitado para carteira profissional
Carga Horária
1705 horas
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Como é trabalhar como Técnico em Eletrotécnica

O Técnico em Eletrotécnica atua em uma área que combina eletricidade, tecnologia, segurança e resolução de problemas. Sua rotina pode envolver a instalação, a operação, a manutenção e o acompanhamento de sistemas elétricos em ambientes residenciais, industriais, comerciais e de geração de energia. Mais do que lidar com fios e equipamentos, esse profissional precisa compreender como diferentes componentes funcionam em conjunto e como uma decisão técnica pode afetar a segurança, a continuidade de uma operação e o desempenho de uma instalação.

Na prática, o trabalho começa muitas vezes com a análise de uma necessidade: interpretar um diagrama, identificar uma falha, acompanhar uma instalação, verificar o funcionamento de uma máquina ou avaliar as condições de um sistema elétrico. Para isso, o técnico utiliza conhecimentos de eletricidade, eletrônica, eletromagnetismo, máquinas elétricas, acionamentos, instrumentação e instalações prediais ou industriais.

O que esse profissional faz na prática

Entre as atividades relacionadas à formação estão a leitura e a interpretação de diagramas elétricos, o apoio ao desenvolvimento de projetos, a montagem de instalações, a manutenção elétrica industrial, a análise de equipamentos de potência e a utilização de instrumentos como multímetro e osciloscópio. Também fazem parte da preparação conhecimentos sobre aterramento, proteção elétrica, luminotécnica, geração e distribuição de energia, sensores, sistemas microcontrolados, controladores lógicos programáveis e conversores de potência.

Imagine uma linha industrial que apresenta uma parada inesperada. O profissional precisa observar os sinais do sistema, interpretar informações técnicas, realizar medições, localizar possíveis causas e contribuir para que a manutenção seja executada com segurança. Em outro cenário, pode participar da organização de uma instalação elétrica, avaliando circuitos, proteção, acionamentos e documentação. É justamente essa capacidade de transformar conhecimento técnico em ação organizada que diferencia uma formação profissional de um aprendizado apenas teórico.

A segurança é parte central da atividade. O técnico precisa trabalhar com atenção, método e respeito às orientações aplicáveis ao setor elétrico. Por isso, a formação inclui conteúdos relacionados à NR-10, à NBR 5410, aos sistemas de aterramento e à proteção elétrica. Esses conhecimentos ajudam o aluno a compreender riscos, procedimentos e critérios técnicos que devem ser considerados durante a atuação profissional.

O que você precisa saber antes de escolher essa formação

O curso técnico em Eletrotécnica possui carga horária total de 1.705 horas, incluindo aulas, atividades e prática supervisionada. A proposta combina conteúdos de base, como matemática e física aplicadas, com disciplinas técnicas e projetos práticos. A grade também inclui eletrônica básica e industrial, AutoCAD 2D, simulação de circuitos, CLP, programação, Arduino, Revit básico e outros recursos utilizados para representar, analisar ou simular sistemas.

A formação é indicada para quem busca uma preparação de nível médio com foco prático e possibilidade de atuar em setores como usinas hidrelétricas, termelétricas, eólicas e solares, empresas de saneamento, construção civil, telecomunicações, instalações industriais e petróleo e gás. Também pode fazer sentido para eletricistas que desejam ampliar sua base técnica, profissionais de manutenção industrial, pessoas interessadas em energia solar e automação e estudantes que pretendem continuar posteriormente em Engenharia Elétrica.

Como o curso é oferecido na modalidade EAD, existe flexibilidade para organizar os estudos, mas isso não significa ausência de compromisso. Algumas atividades exigem computador ou notebook para uso de softwares e laboratórios virtuais. Ter disciplina para acompanhar aulas, realizar exercícios, desenvolver projetos e concluir o trabalho de conclusão é tão importante quanto gostar de eletricidade.

O diploma é apresentado como técnico de nível médio, com reconhecimento pelo MEC e validade nacional. A página também informa a possibilidade de registro profissional no CFT, conforme as condições aplicáveis à formação e ao exercício profissional. Antes de escolher esse caminho, vale observar se você se identifica com ambientes técnicos, raciocínio lógico, resolução de falhas, atenção a normas, trabalho organizado e aprendizagem contínua.

O Técnico em Eletrotécnica não é o mesmo que um engenheiro eletricista. A formação técnica tende a priorizar a aplicação prática, a instalação, a manutenção e a operação de sistemas, enquanto a engenharia possui formação mais longa e aprofundada, com atuação relacionada a projetos complexos, desenvolvimento e gestão. Essa diferença não diminui a importância de nenhuma das carreiras; ela ajuda a entender qual percurso combina melhor com seus objetivos.

Ao final, escolher Eletrotécnica significa preparar-se para trabalhar com sistemas que precisam funcionar de maneira segura, eficiente e confiável. É uma profissão para quem deseja compreender como a energia é utilizada, como os equipamentos se relacionam e como problemas técnicos podem ser analisados e solucionados com responsabilidade.

Conselho & Órgão Regulador CFT - Conselho Federal dos Técnicos Industriais

Registro Profissional Garantido

Registro profissional relacionado ao curso.

Carteira Profissional
Válida em todo o Brasil

Ocupações Profissionais Habilitadas (CBO)

Com este curso técnico, você estará formalmente apto a atuar nas seguintes ocupações reconhecidas pelo mercado de trabalho e pelo Ministério do Trabalho e Emprego:

  • Auxiliar Eletrotécnico – CBO 3131-05
  • Auxiliar de Desenho Técnico em Eletroeletrônica – CBO 3180-05
  • Auxiliar de Instalações Prediais e Industriais – CBO 5143-10
  • Auxiliar de Montador de Equipamentos Eletroeletrônicos – CBO 7311-10
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  • 41 Certificados referentes a cada Curso Isolado Livre — Cada curso referencia um componente curricular.
  • Auxiliar Eletrotécnico — Curso de Formação Profissional e saída intermediária. CBO 3131-05.
  • Auxiliar de Desenho Técnico em Eletroeletrônica — Curso de Formação Profissional e saída intermediária. CBO 3180-05.
  • Auxiliar de Instalações Prediais e Industriais — Curso de Formação Profissional e saída intermediária. CBO 5143-10.
  • Auxiliar de Montador de Equipamentos Eletroeletrônicos — Curso de Formação Profissional e saída intermediária. CBO 7311-10.
  • Aproveitamento de cursos isolados, qualificações profissionais e atividades formais e informais — Os cursos isolados e as qualificações profissionais podem ser analisados para aproveitamento como componentes curriculares do Curso Técnico matriculado, conforme a legislação educacional vigente.
  • Continuidade em curso de graduação relacionado — Possibilidade de continuar os estudos em curso de graduação relacionado, como Engenharia Elétrica.

O Que Você Vai Aprender (Grade Curricular)

Conteúdo programático atualizado, prático e 100% alinhado com o que as empresas exigem no dia a dia:

  • Nivelamento de Matemática Aplicada
  • Nivelamento de Física Aplicada
  • Eletricidade I
  • Eletricidade II
  • Eletricidade III
  • Eletrônica Básica
  • Princípios de Eletrônica Analógica
  • Instrumentação Eletrônica - Multímetro
  • Instrumentação Eletrônica - Osciloscópio
  • Eletrônica Digital
  • Eletrônica Analógica
  • Princípios de Eletromagnetismo
  • Desenho Técnico
  • Leitura e Interpretação de Diagramas Eletrônicos
  • Introdução ao AutoCAD 2D
  • Introdução à mesa eletrônica
  • Multisim 13 Fundamentos
  • Multisim Avançado - Técnicas de Simulação
  • Normas Regulamentadoras: NR-10 / NBR 5410
  • Projeto Prático em Eletricidade I
  • Conceitos de Projetos Elétricos Residenciais
  • Sistemas de Aterramento e Proteção Elétrica
  • CLP - Controladores Lógicos Programáveis
  • Eletrônica Industrial
  • Acionamentos Elétricos
  • Manutenção Elétrica Industrial
  • Equipamentos Elétricos de Potência
  • Máquinas elétricas
  • Projeto Prático em Eletrotécnica II
  • Eletrônica Industrial Avançada
  • Algoritmos e programação
  • Conceitos Eletromecânicos
  • Tecnologia de Acionamentos Elétricos e Conversores de Potência
  • Instalações Elétricas Industriais
  • Sensores Elétricos e Eletrônicos
  • Sistemas Microcontrolados
  • Luminotécnica
  • Geração e Distribuição de Energia Elétrica
  • Projeto Prático em Eletrotécnica III
  • Revit - Básico
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  • Trabalho de conclusão de curso eletrotécnica
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Atos normativos oficiais do MEC, publicação no Diário Oficial e registro no SISTEC que garantem a segurança jurídica do seu diploma:

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Diploma Técnico com Validade Nacional

Cursos autorizados e reconhecidos pelos órgãos oficiais de educação, com publicação no Diário Oficial e registro no SISTEC/MEC, habilitando o formando para obtenção do registro profissional no conselho ou órgão de classe competente.

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Ato Oficial Publicado
  • Portaria 3581 Reconhecimento pelo MEC do Curso Técnico em Eletrotécnica
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Como é entrar no universo da Eletrotécnica

Escolher o curso técnico em Eletrotécnica é escolher uma formação ligada a sistemas que estão presentes em praticamente todos os setores produtivos. A energia elétrica movimenta máquinas, ilumina ambientes, alimenta equipamentos, sustenta processos industriais e participa de soluções mais recentes, como automação, energia solar, energia eólica e mobilidade elétrica. Por isso, o trabalho do técnico não se resume a executar uma ligação elétrica: envolve compreender sistemas, interpretar informações e ajudar a manter operações funcionando com segurança e confiabilidade.

O profissional formado nessa área pode trabalhar próximo de instalações, máquinas, painéis, instrumentos de medição, sistemas de controle e equipamentos de potência. Em alguns momentos, sua atividade será mais operacional; em outros, exigirá análise, registro, planejamento e comunicação com diferentes equipes. Essa combinação torna a profissão prática, mas também exige responsabilidade e capacidade de raciocínio.

A pergunta mais importante para quem está pesquisando essa carreira é: você se imagina investigando uma falha, interpretando um esquema, acompanhando uma montagem ou avaliando o funcionamento de um equipamento? Se a resposta for positiva, a Eletrotécnica pode oferecer uma base coerente para seus próximos passos profissionais.

Quem é o Técnico em Eletrotécnica

O Técnico em Eletrotécnica é o profissional de nível médio preparado para lidar com diferentes etapas relacionadas a sistemas elétricos e eletroeletrônicos. Sua formação abrange conhecimentos necessários para projetar, instalar, operar e manter sistemas, sempre considerando a aplicação técnica e os cuidados de segurança envolvidos.

Na prática, sua atuação pode incluir:

  • interpretação de desenhos, diagramas e projetos elétricos;
  • acompanhamento ou execução de instalações elétricas;
  • identificação de falhas em circuitos e equipamentos;
  • manutenção elétrica em ambientes industriais;
  • utilização de instrumentos de medição;
  • análise de máquinas elétricas e equipamentos de potência;
  • aplicação de conhecimentos de aterramento e proteção;
  • apoio em sistemas de automação e controle;
  • participação em projetos e atividades técnicas;
  • registro e organização de informações relacionadas ao serviço.

A extensão dessas atividades pode variar conforme o ambiente de trabalho, a função ocupada, a experiência profissional e as atribuições aplicáveis. Por isso, é importante compreender que o curso prepara para um campo amplo, mas a atuação concreta depende do contexto em que o técnico estiver inserido.

Como pode ser a rotina profissional

Não existe uma única rotina para quem trabalha com Eletrotécnica. Em uma indústria, o profissional pode acompanhar a manutenção de motores, painéis, acionamentos e dispositivos de controle. Em uma empresa de instalação, pode interpretar um projeto, verificar materiais, acompanhar a montagem e analisar se os sistemas foram organizados de acordo com o planejamento. Em uma usina de energia, pode atuar próximo a equipamentos e processos de geração ou distribuição.

Uma situação comum de aprendizagem é imaginar um equipamento que deixou de funcionar corretamente. O técnico não deve simplesmente substituir peças sem análise. Primeiro, precisa observar o comportamento do sistema, consultar diagramas, realizar medições e verificar se há sinais de falha em alimentação, proteção, acionamento, controle ou componente específico. Depois, deve contribuir para a correção, testar o funcionamento e registrar o que foi feito.

Em uma instalação nova, o raciocínio também é importante. É necessário entender a distribuição dos circuitos, a função dos dispositivos de proteção, a necessidade de aterramento, a organização dos condutores e a relação entre o projeto e a execução. Uma instalação aparentemente simples pode apresentar consequências relevantes quando é mal dimensionada, mal protegida ou executada sem atenção aos procedimentos técnicos.

É nesse ponto que a formação deixa de ser apenas um conjunto de disciplinas. Matemática e física ajudam a interpretar fenômenos e cálculos. Eletricidade permite compreender tensão, corrente, resistência e comportamento dos circuitos. Eletrônica amplia a visão sobre componentes e sinais. Instrumentação mostra como medir. Desenho técnico transforma uma ideia em representação. Projetos práticos conectam todas essas partes.

Conhecimentos que fazem parte da formação

A grade curricular apresenta uma trilha que começa com nivelamento de Matemática Aplicada e Física Aplicada e avança para Eletricidade I, II e III. Essa sequência é importante porque muitos conteúdos técnicos dependem de uma base capaz de sustentar cálculos, interpretações e decisões.

Também aparecem conteúdos de Eletrônica Básica, Eletrônica Analógica, Eletrônica Digital e princípios de Eletromagnetismo. Esses conhecimentos ajudam o aluno a entender componentes, circuitos, sinais, campos magnéticos e relações presentes em diversos equipamentos.

A instrumentação eletrônica inclui o estudo do multímetro e do osciloscópio. O multímetro é associado a medições elétricas comuns, enquanto o osciloscópio permite observar sinais e variações ao longo do tempo. Saber que um instrumento existe é diferente de compreender quando utilizá-lo, o que medir e como interpretar o resultado. Essa leitura crítica é parte da preparação profissional.

O curso também contempla:

  • desenho técnico e interpretação de diagramas eletrônicos;
  • introdução ao AutoCAD 2D;
  • simulação de circuitos com Multisim;
  • projetos práticos em eletricidade e Eletrotécnica;
  • conceitos de projetos elétricos residenciais;
  • sistemas de aterramento e proteção elétrica;
  • controladores lógicos programáveis;
  • eletrônica industrial;
  • acionamentos elétricos;
  • manutenção elétrica industrial;
  • máquinas elétricas;
  • conceitos eletromecânicos;
  • conversores de potência;
  • instalações elétricas industriais;
  • sensores elétricos e eletrônicos;
  • sistemas microcontrolados;
  • luminotécnica;
  • geração e distribuição de energia elétrica;
  • algoritmos e programação.

Essa variedade mostra que a Eletrotécnica se relaciona tanto com a infraestrutura elétrica tradicional quanto com tecnologias de controle, automação e sistemas inteligentes.

Ferramentas, softwares e aprendizagem prática

A formação prevê o contato com softwares e recursos digitais utilizados em atividades acadêmicas e simulações. Entre os programas listados estão Visual Studio, Portugol, VUEJS, EWB, Multisim, AutoCAD 2D, Dev-C++, CadSimu e outros recursos relacionados à programação, ao desenho e à análise de circuitos.

O uso dessas ferramentas não substitui o entendimento dos fundamentos. Um software pode ajudar a representar ou simular um circuito, mas o aluno ainda precisa compreender o que está sendo representado, quais variáveis importam e como verificar se o resultado faz sentido. A tecnologia amplia as possibilidades de estudo quando é usada para apoiar o raciocínio, e não apenas para produzir respostas automáticas.

Como parte da formação é EAD, o computador ou notebook pode ser necessário para executar softwares, laboratórios virtuais e determinadas atividades. O celular pode atender a algumas etapas, mas não oferece necessariamente a mesma estrutura para elaborar projetos, acompanhar simulações e utilizar programas técnicos.

A proposta também inclui exercícios de fixação, avaliações, atividades práticas e trabalho de conclusão de curso. Esses elementos ajudam a transformar o conteúdo em uma sequência de aprendizagem, na qual o estudante precisa interpretar, praticar, revisar e demonstrar o que aprendeu.

Segurança, normas e responsabilidade técnica

Trabalhar com eletricidade exige atenção porque uma decisão inadequada pode gerar danos a pessoas, equipamentos e instalações. Por isso, a formação inclui conteúdos relacionados à NR-10 e à NBR 5410, além de sistemas de aterramento e proteção elétrica.

Esses temas devem ser entendidos como parte da cultura profissional. Segurança não é uma etapa separada que aparece somente antes de iniciar uma tarefa. Ela está presente na identificação de riscos, na escolha de procedimentos, no uso de equipamentos, na análise da instalação, na organização do ambiente e na comunicação com a equipe.

O profissional também precisa reconhecer seus limites. Saber quando uma situação exige orientação, autorização, supervisão ou consulta a procedimentos aplicáveis é uma competência importante. A autonomia técnica não significa agir sem critérios; significa tomar decisões fundamentadas dentro da formação, das atribuições e das condições do trabalho.

Onde o Técnico em Eletrotécnica pode atuar

A formação está relacionada a diferentes setores porque sistemas elétricos aparecem em praticamente todas as atividades produtivas. Entre os ambientes indicados estão:

Geração de energia

Usinas hidrelétricas, termelétricas, eólicas e solares dependem de equipamentos, instalações e sistemas que precisam ser acompanhados, operados e mantidos. O técnico pode encontrar atividades relacionadas à geração, aos equipamentos elétricos e à infraestrutura de apoio.

Indústria

Nas instalações industriais, a eletricidade está ligada a motores, máquinas, painéis, sensores, acionamentos, linhas de produção e sistemas de controle. A manutenção elétrica industrial e a automação são áreas em que a capacidade de diagnosticar problemas pode ser especialmente relevante.

Construção civil e instalações prediais

A construção civil demanda conhecimento de instalações, circuitos, proteção, distribuição e leitura de projetos. O profissional pode atuar em atividades relacionadas à organização e execução de sistemas elétricos prediais e industriais, conforme sua função e atribuições.

Saneamento

Empresas de saneamento utilizam sistemas elétricos para operar bombas, motores, painéis e estruturas de tratamento e distribuição. Isso cria uma relação direta entre a manutenção elétrica e a continuidade de serviços essenciais.

Telecomunicações

Embora telecomunicações tenha características próprias, seus equipamentos e estruturas também dependem de alimentação, proteção e infraestrutura elétrica. O conhecimento técnico pode contribuir para a instalação e manutenção de sistemas de apoio.

Petróleo e gás

Esse setor utiliza instalações e equipamentos que exigem atenção a operação, manutenção, segurança e confiabilidade. A atuação pode ocorrer em ambientes industriais e de infraestrutura, de acordo com a função ocupada.

Além desses contextos, a formação se relaciona a energia solar, automação industrial, mobilidade elétrica, empresas prestadoras de serviços e atividades autônomas. A área é ampla, mas cada oportunidade exige conhecimentos específicos e adaptação ao ambiente profissional.

Para quem o curso pode fazer sentido

O curso pode ser adequado para jovens que procuram uma primeira formação profissional, eletricistas que desejam organizar e ampliar seus conhecimentos, profissionais de manutenção industrial que buscam novas responsabilidades e pessoas interessadas em energia renovável ou automação.

Também pode servir como base para quem pensa em cursar Engenharia Elétrica no futuro. O técnico e o engenheiro atuam no mesmo grande setor, mas não exercem exatamente a mesma função. A formação técnica tende a ser mais curta e orientada à aplicação prática, enquanto a engenharia envolve uma formação superior mais longa, com maior aprofundamento teórico, projetos complexos e responsabilidades próprias da área de engenharia.

O perfil que combina com Eletrotécnica costuma reunir curiosidade técnica, atenção aos detalhes, disposição para aprender, raciocínio lógico e responsabilidade. Não é necessário saber tudo antes de começar. Porém, é importante estar disposto a estudar matemática, física, diagramas, normas, equipamentos e procedimentos.

O que avaliar antes de escolher

Antes de tomar uma decisão, considere alguns pontos:

  • você tem interesse em entender como máquinas e sistemas funcionam?
  • consegue manter concentração em atividades que exigem precisão?
  • aceita estudar conteúdos técnicos e praticar com regularidade?
  • dispõe de computador para as atividades que exigem softwares e laboratórios virtuais?
  • compreende que segurança e responsabilidade fazem parte da profissão?
  • prefere uma formação prática e voltada à entrada no setor técnico?
  • pretende trabalhar em indústria, energia, instalações, automação ou áreas relacionadas?

A formação informada possui 1.705 horas, inclui prática supervisionada e trabalho de conclusão de curso. A conclusão pode ocorrer a partir de seis meses, conforme as etapas e os requisitos do percurso. O estudo é flexível, mas o aluno precisa acompanhar as atividades e cumprir as exigências acadêmicas.

O diploma é apresentado como técnico de nível médio reconhecido pelo MEC e válido em todo o Brasil. A formação também informa relação com o CFT, o Conselho Federal dos Técnicos Industriais. Como regras, atribuições e procedimentos podem depender das condições profissionais aplicáveis, é prudente analisar os documentos acadêmicos e regulatórios antes de iniciar a atuação.

A decisão profissional

Tornar-se Técnico em Eletrotécnica significa aprender a observar sistemas elétricos com método. O profissional precisa compreender a origem de um problema, avaliar alternativas, utilizar ferramentas, respeitar critérios de segurança e colaborar para que uma instalação ou equipamento opere de forma adequada.

Não se trata apenas de escolher um curso com disciplinas técnicas. Trata-se de escolher uma rotina em que teoria e prática se encontram em situações concretas: um circuito que precisa ser interpretado, uma máquina que exige manutenção, um projeto que deve ser organizado, um sistema que precisa de proteção ou uma falha que demanda investigação.

Para quem se identifica com tecnologia, eletricidade, manutenção, automação e resolução de problemas, a Eletrotécnica pode representar uma porta de entrada para diferentes setores. O caminho exige estudo, disciplina e atualização, mas oferece uma base profissional conectada a instalações, máquinas, energia e processos que fazem parte do funcionamento da sociedade.

FAQ - Perguntas Frequentes

Tudo o que você precisa saber sobre o Curso Técnico em Eletrotécnica Pleno EaD

O Técnico em Eletrotécnica trabalha com instalação, operação, manutenção, análise e acompanhamento de sistemas elétricos e eletroeletrônicos, conforme sua função, formação e atribuições aplicáveis.

Pode atuar em usinas de energia, empresas de saneamento, construção civil, telecomunicações, instalações industriais, indústrias de petróleo e gás, empresas prestadoras de serviços e áreas relacionadas à automação e energia renovável.

Não. A formação também pode interessar a jovens em busca do primeiro emprego, profissionais de manutenção industrial, pessoas interessadas em energia solar e automação e estudantes que pretendem continuar os estudos em Engenharia Elétrica.

A formação inclui matemática e física aplicadas, eletricidade, eletrônica, eletromagnetismo, instrumentação, desenho técnico, projetos elétricos, aterramento, proteção, máquinas elétricas, manutenção industrial, acionamentos, automação, programação e geração e distribuição de energia.

Sim. A grade apresenta conteúdos relacionados à NR-10, à NBR 5410, aos sistemas de aterramento e à proteção elétrica, temas importantes para compreender riscos e procedimentos técnicos.

Sim, algumas atividades exigem computador ou notebook porque utilizam softwares, simuladores e laboratórios virtuais. Parte do conteúdo pode ser acessada por celular, mas o computador é necessário para acompanhar integralmente determinadas tarefas.

Entre os softwares listados estão AutoCAD 2D, Multisim, EWB, CadSimu, Visual Studio, Portugol, VUEJS e Dev-C++, utilizados em atividades de desenho, simulação e programação.

A carga horária total informada é de 1.705 horas, incluindo aulas, atividades e prática supervisionada.

Sim. A formação inclui atividades práticas, projetos práticos em diferentes etapas, exercícios de fixação, avaliações, laboratórios virtuais e trabalho de conclusão de curso.

O técnico recebe uma formação de nível médio, mais prática e voltada à instalação, manutenção e operação de sistemas. A Engenharia Elétrica é uma formação superior mais longa, com aprofundamento em projetos, desenvolvimento, gestão e outras atividades próprias da engenharia.

A formação se relaciona ao setor de energia solar e inclui conteúdos ligados à geração e distribuição de energia elétrica. A atuação concreta dependerá da função, do ambiente de trabalho e das exigências aplicáveis a cada atividade.

Sim. A grade inclui controladores lógicos programáveis, sensores, acionamentos elétricos, sistemas microcontrolados, programação, eletrônica industrial e conversores de potência, conhecimentos relacionados à automação.

A formação é apresentada como curso técnico de nível médio com diploma reconhecido pelo MEC e validade em todo o Brasil.

A formação informa relação com o CFT, Conselho Federal dos Técnicos Industriais. O registro e as condições para o exercício profissional devem ser analisados conforme a formação concluída, os documentos aplicáveis e as regras vigentes.

A área pode combinar com pessoas interessadas em eletricidade, tecnologia, máquinas, manutenção e resolução de problemas, que tenham atenção aos detalhes, raciocínio lógico, disciplina para estudar e responsabilidade com procedimentos de segurança.

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“Fiz o curso de Guia de turismo regional com a empresa e gostei muito. Gostaria de agradecer toda atenção e profissionalismo da equipe.”

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“Empresa muito séria e profissional, certamente traz uma capacidade técnica incrível. Fiz Eletrotécnica, já tinha feito Eletromecânica em uma escola de respeito aqui na região e posso dizer: Este curso me capacitou muito mais do que o presencial. Eu elevei muito meu nível de trabalho, alcançando mais respeito com meus colegas de trabalho e superiores.”

Yuri C.M.Oliveira

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“Realizei o curso de Guia de Turismo Nacional e Regional, e pelo período que realizei, todas as dúvidas que tinha, não somente do conteúdo programático, mas em relação a outras eventualidades eram respondidas. Em menos de 1 ano consegui realizar todas as provas presenciais. Toda a plataforma do site é funcional e responsiva. Foi satisfatório para mim.”

Isabela G. M. de Santana

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“Foi uma experiência maravilhosa fazer esse curso em EaD, à principio fiquei com receio de fazer pois é muito diferente de curso presencial, requer muita organização e atenção. No começo fiquei muito em dúvida se conseguiria fazer esse curso, mas com o passar do tempo fui pegando o jeito. Contei muito com a ajuda dos tutores de cada matéria e do suporte. Precisava muito fazer esse curso para poder me cadastrar no MTur e ser uma Guia de Turismo regularizada.”

Joana Darc

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